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Triunfo Estratégico: Bahia Domina Vitória na Final do Baiano
Por Redação FutVitória em 17/03/2025 04:13
Estratégias em Confronto: Análise Tática do Clássico Ba-Vi
O primeiro embate da final do Campeonato Baiano testemunhou um Bahia assertivo, que superou o Vitória por 2 a 0 na noite do último domingo, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. A equipe demonstrou superioridade, e a margem do placar poderia ter sido ainda maior, não fosse um pênalti desperdiçado por Lucho Rodríguez. O time Rubro-Negro, embora tenha apresentado momentos de destaque, mostrou-se ineficaz em grande parte do jogo, mantendo-se na disputa principalmente devido à atuação de Lucas Arcanjo.
O confronto teve início com ambas as equipes priorizando a solidez defensiva, escalando três zagueiros cada. Thiago Carpini, técnico do Vitória , optou por uma linha de cinco defensores, visando resguardar sua equipe. Rogério Ceni, comandante do Bahia, buscou aumentar a estatura do time, minimizando os riscos em jogadas de bola parada. A estratégia tricolor envolvia Ramos Mingo, que atuava como lateral-esquerdo na fase defensiva, configurando uma linha de quatro defensores.
A presença dos três zagueiros no Bahia não apenas fortaleceu a defesa nas bolas paradas, mas também impulsionou o ataque. Foi precisamente dessa forma que o Tricolor inaugurou o marcador aos seis minutos, com Everton Ribeiro cobrando falta e Gabriel Xavier cabeceando para o fundo da rede.
Destaques Individuais e o Ritmo do Jogo
O Vitória , por outro lado, careceu de jogadores com maior refinamento técnico para conduzir a bola com eficiência, especialmente no setor ofensivo. O Bahia, em contrapartida, dispôs de tais recursos. Everton Ribeiro, além de sua assistência crucial, ditou o ritmo no meio-campo, enquanto Erick Pulga representou uma ameaça constante no ataque.
O segundo gol do Bahia evidenciou o talento de Pulga. O camisa 16 batalhou por uma bola aparentemente perdida, triunfou sobre dois zagueiros e finalizou com precisão, superando Lucas Arcanjo . Uma jogada que parece difícil de ser replicada pelos atacantes do Vitória.
Além do esquema com três zagueiros, ambas as equipes buscaram pressionar o adversário no campo de ataque. O Bahia executou essa estratégia de forma mais eficaz nos primeiros minutos, mantendo-se em fase ofensiva até aproximadamente os 15 minutos. Posteriormente, o Vitória conseguiu induzir erros de Caio Alexandre e Kanu na saída de bola, mas não soube capitalizar essas oportunidades.
Segundo Tempo: Reação e Contra-Ataque
No início da segunda etapa, Pulga sofreu um pênalti, que foi desperdiçado por Lucho Rodríguez. Esse lance manteve o Vitória na disputa, e Thiago Carpini ajustou a equipe, substituindo Neris por Ronaldo Lopes e desfazendo o esquema com três zagueiros para fortalecer o meio-campo. Essa alteração buscou corrigir a atuação instável do defensor.
O Vitória conseguiu equilibrar o jogo, mas continuou a enfrentar dificuldades na criação de jogadas ofensivas. Mesmo com a posse de bola, o Rubro-Negro foi neutralizado pelo Bahia, que se manteve sólido na defesa e explorou contra-ataques cada vez mais incisivos. Lucho ainda teve outra oportunidade, mas não conseguiu converter.
As semelhanças entre as equipes se limitaram a isso. Mesmo nos momentos em que o Vitória conseguiu equilibrar o jogo, o Rubro-Negro não foi capaz de criar grandes chances de gol. Do outro lado, o Bahia não chegou a ser dominante, mas era capaz de criar jogadas com início, meio e fim.
Próximos Passos e Perspectivas para o Confronto Final
Agora, com a vantagem nas mãos do Bahia, as equipes se preparam para o segundo confronto, que ocorrerá neste domingo, no Barradão, com início às 16h (de Brasília). Antes disso, ambos os times entrarão em campo pela Copa do Nordeste, nesta quarta-feira. O Esquadrão enfrentará o CSA às 19h, enquanto o Leão receberá o Sport às 21h30.
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